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Riscos de tomar remédio para disfunção erétil: tudo o você precisa saber!

A insegurança é uma condição inerente ao ser humano – seja ele homem, ou ela mulher. No caso dos homens, os padrões de masculinidade impostos pela sociedade são capazes de atingir o psicológico e causar efeitos na saúde, na vida profissional, nas relações sexuais e, consequentemente, afetivas. Por exemplo, problemas de ereção estão entre os maiores medos enfrentados pelos homens durante a vida e por isso é comum que muitos ignorem o risco de tomar remédio para disfunção erétil.

A primeira atitude comumente tomada é recorrer a soluções químicas para resolver o problema. Muitas vezes esse passo pode ser arriscado se dado de forma desesperada, podendo causar sérios efeitos colaterais à saúde. Mesmo com as devidas recomendações, é interessante saber que existem alternativas naturais, saudáveis e que não oferecem risco a você e podem trazer resultados permanentes.

Claro que isso não significa ter ereções e tesão a todo momento, mas sim, na verdade um controle maior sobre seu corpo e sua própria libido, por meio de exercícios musculares e mente saudável. Saiba mais no texto abaixo!

A disfunção erétil é um tabu

Antes de tudo, é interessante saber que a disfunção erétil é um problema recorrente em muitos homens. A Sociedade Brasileira de Urologia aponta que 59% dos brasileiros entre 40 e 69 anos já tiveram dificuldades de ereção e que 12% convivem com essa situação de forma recorrente.

Acontece que este tema é um tabu entre os homens e suas parceiras ou parceiros sexuais. Omitindo esse tipo de diálogo, a relação pode afundar em insegurança e, pior, fazer com que a pessoa busque medidas desesperadas para tratar o problema. Então acalme-se, converse e entenda o que esse problema que aflige muitos homens, não somente a você.

O que é a disfunção erétil? 

Trata-se de um processo psicossomático, ou seja, tem a ver com estímulos emocionais e físicos que agem em sincronia. A ereção nada mais é do que um processo de vascularização das cavidades penianas, ou seja, os grupos musculares que compõem o órgão são como esponjas que se enchem de sangue e o enrijecem.

O pênis também é repleto de terminações nervosas. Isso confere sensibilidade, que tem papel crucial no prazer, na ereção e, claro, no orgasmo. O órgão estabelece comunicação com o cérebro por dois grupos nervosos, sendo um deles catalisador e outro inibidor da ereção. Eles estão ligados à parte inferior da coluna.

Por isso, pode-se ter ereção apenas por reflexo dessa região da coluna. Por outro lado, os nervos carregam também informações à região mais central e profunda do cérebro, especialmente ligada às emoções. Daí, o caráter psicológico da ereção.

Como normalmente ela é tratada?

Antes de abordarmos o tratamentos, é importante que você saiba: se você “falhou” uma vez ou outra na cama, você não é impotente sexual. Esse termo na realidade já está caindo em desuso e sendo substituído pela dita disfunção erétil. Isso, porque a impotência é caracterizada pela falta de desejo, ou uma disfunção erétil permanente.

Então, fique tranquilo: você não é impotente. Os remédios para disfunção erétil disponíveis no mercado agem diretamente no sistema circulatório, causando a vasodilatação das artérias que levam sangue à região sexual. O sildenafil, o vardenafil e o taladafil e a apomorfina são as substâncias mais utilizadas atualmente, todas trabalham com a vasodilatação, porém cada qual age de forma particular sobre o sistema circulatório.

Além disso, há os tratamentos que utilizam drogas injetáveis diretamente nos corpos cavernosos. Que, na prática, são, basicamente injeções que você tomaria no pênis antes das relações sexuais… imagine só!

Eletrochoques e próteses

Recentemente, os tratamentos feitos com eletrochoques foram difundidos pela mídia no país como remédio para disfunção erétil e, embora apresente resultados positivos, a Sociedade Brasileira de Urologia divulgou uma nota, no ano de 2018, alertando que não há uma evidência científica que comprove a eficácia desse tratamento a longo prazo. Isso, sem contar o fato de que, choque no pênis ninguém merece! Nem mesmo de baixa frequência…

Ainda há uma terceira linha de tratamento que são as próteses penianas maleáveis, semirrígidas ou infláveis. No entanto, essas alternativas são para os casos mais avançados. Para prevenir, ou até mesmo melhorar a sua função erétil, você vai aprender aqui porque os exercícios podem ser um verdadeiro remédio.

Riscos de remédio para disfunção erétil

É nítida a relação que há entre a ereção e o sistema circulatório. Sendo assim, os fármacos que agem sobre esse sistema poderão agravar e até mesmo gerar problemas vasculares. Pessoas com problemas coronários, por exexmplo, não devem utilizar remédios vasodilatadores, pois podem prejudicar funcionamento do coração e de todo o sistema.

Avermelhamento das bochechas, dores de cabeça e dor nas costas, também são efeitos colaterais comumente sentidos por aqueles que optam pelos comprimidos para obter uma ereção. Por isso, é imprescindível o acompanhamento de um profissional especializado no assunto para reduzir ao máximo esses efeitos.

Como dissemos anteriormente, a ereção é um processo psicossomático e nada acontece sem a ajuda do cérebro. Sendo assim, um remédio para disfunção erétil é inútil se não há um cuidado do indivíduo com o próprio desejo sexual.

Dependência psicológica

A dependência psicológica é um risco eminente em qualquer medicamento, de modo que a prescrição responsável é imprescindível. Esteja atento. No caso de remédio para disfunção erétil, é importante lembrar que eles jamais devem ser prescritos para uso recreativo de um indivíduo sem necessidade fisiológica.

Há na medicina casos de pacientes que não tinham problemas de ereção e que passaram a “funcionar” apenas quando tomavam o medicamento. O maior inimigo da ereção é a adrenalina, pois a tensão pode sabotar todo o processo de ereção. Imagine que o sujeito se acostumou com a medicação e começa a pensar que sem ela não terá sucesso na cama. A chance de brochar é muito alta por mero efeito psicológico.

Por isso, há alternativas para que você não dependa de pílulas, injeções e nem choques elétricos para manter uma boa relação sexual. “Corpo são, mente sã” são a chave para uma vida saudável na cama e no dia-a-dia! Aqui, nós vamos apresentar uma alternativa mais saudável e prática: exercícios para fortalecer a musculatura do assoalho pélvico, que ajudam a manter a ereção e turbinar o desempenho sexual de homens entre 20 e 45 anos de idade.

Como devemos tratar?

Cá entre nós, antes de recorrer a um médico para tomar remédio para disfunção erétil, é interessante compreender o funcionamento do próprio corpo, sexualmente falando. Nesse momento, a orientação de um sexólogo, ou sexóloga, torna o processo mais saudável e seguro.

A consciência de si mesmo, dos desejos e daquilo que excita sexualmente é extremamente importante para que o homem eleve ao máximo seu desempenho sexual. Lembrando, sempre, que os estímulos físicos e emocionais são fatores que se somam no processo de excitação. Reconhecer seu próprio tesão é essencial para manter uma ereção mais longa e uma atividade sexual mais prazerosa para todos os envolvidos.

Conheça o assoalho pélvico

O tratamento natural passa pelo fortalecimento de outras musculaturas além do pênis, sem o uso de remédio para disfunção erétil. Entre os grupos mais importantes no desempenho sexual está o assoalho pélvico: um conjunto de músculos e fibras que sustentam órgãos como intestino, reto, bexiga e os órgãos sexuais masculinos e femininos – no caso delas, trabalhando o famoso pompoarismo, que também pode ser feito por homens.

Reconhecida essa musculatura, é essencial que você a mantenha devidamente exercitada, pois ela é essencial no processo de ereção. Quando um músculo do corpo é subutilizado ele tende a ficar flácido e sem força. Trabalhar essas regiões desconhecidas pode representar uma descoberta de algo que você não sabia que existia em seu corpo.

Dentro do assoalho pélvico, está o músculo pubococcígeo, que é um dos principais responsáveis pelo desempenho sexual do homem. Quando você trabalha esse músculo, você vai melhorar o bombeamento de sangue para as cavidades penianas. Para isso, existem exercícios capazes de aumentar o calibre das artérias e dar mais potência às ereções, que também durarão por mais tempo. Manter essa musculatura forte também melhora o processo de ejaculação.

No auge da excitação, quando o homem alcança o orgasmo, esses músculos se contraem proporcionando a saída do sêmen. Ao fortalecer o assoalho pélvico, você também pode estabelecer o controle para que as contrações do períneo sejam cada vez mais conscientes, controlando também o processo ejaculatório sem precisar de remédio para disfunção erétil. 

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